Essa minha insistência burra em te ajudar

Mesmo com tua ausência consigo mesmo

Qualquer dia deixo você realmente sozinho

E te darei muitos motivos pra desespero

 

Você é assim, como chuva fria e indecisa

Coisas e gotas que o vento leva sem rumo

Joga de lado, pra qualquer lado, e joga

E se dizes que vais morrer, nem me assusto

 

Ruim é se acostumar com seus costumes

Estranho é você se acostumar a esse nada

É de estranhar alguém assim, sem vontade

Vindo de ti, sinto que seja uma pataquada!

 

E até pra te dar bronca, amigo, eu versifico

Se de outro modo fosse, nem irias querer

E assim, os teus problemas eu minimizo

Com essa rima tonta e toda sem graça

Como você!

 

 

[...eu acho que a pessoa que precisa ler isso nem vai ler, pois não passa por aqui... mas esse é meu espaço para expor tais sentimentos, e como ficou um poema interessante, compartilho! (Ê laiá!) Isso me lembrou de um tema que a muito quero colocar no papel que fala sobre a capacidade humana em se boicotar! Um dia escrevo mais sobre isso... hoje estou reticente demais para temas incisivos!]

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